domingo, 9 de dezembro de 2012

Diversos também em versos...Brasil diversidade...

Conversamos muito sobre as origens do povo brasileiro e para perceber ainda mais essa "diversidade" assistimos aos vídeos abaixos e trocamos muitas informações, e ficamos surpresos em perceber que sabemos muitas coisas. 

Às vezes não acreditamos que sabemos alguma coisa e descobrimos que só não sabíamos organizar nossas ideias e desconhecíamos apenas palavras para "dizer com coerência" em voz alta os nossos pensamentos, por isso ouvir/escutar tudo o que é falado nas nossas aulas é importantíssimo.

Assistimos ao vídeo Cultura Brasileira Herança de outros povos e fizemos anotações que compartilhamos com os nossos colegas.

http://www.youtube.com/watch?v=v46R9cgLkgg





Depois do vídeo Diversidade Cultural no Brasil, recebemos a letra da música Inclassificáveis de Arnaldo Antunes, lemos a letra, cantamos e refletimos sobre a mensagem da letra.


http://www.youtube.com/watch?v=PNgeK36OwqQ









Confira os videos abaixo, são d+!

Analise, reflita... as perguntas abaixo poderão ajudá-lo.


·       O que a letra da música fala sobre o Brasil?
·       O povo brasileiro é representado de que maneira nas letras das músicas?
·       Tudo é igual no Brasil da música? No Brasil que vivemos é assim ou diferente?
·       O Brasil é de quais raças, segundo a letra da música?
·       Caracterize o povo brasileiro de acordo com as músicas ouvidas.



Racismo é burrice - Gabriel Pensador
http://www.youtube.com/watch?v=WZUycmYkT6M



Brasis - Seu Jorge
http://www.youtube.com/watch?v=BWM8dazSltg




A diversidade é a minha identidade
Música: Sob o mesmo céu - Lenine




Diversidade - Lenine

http://www.youtube.com/watch?v=29Mj-8RdvUE





Inclassificáveis
Arnaldo Antunes

que preto, que branco, que índio o quê?
que branco, que índio, que preto o quê?
que índio, que preto, que branco o quê?

que preto branco índio o quê?
branco índio preto o quê?
índio preto branco o quê?

aqui somos mestiços mulatos
cafuzos pardos mamelucos sararás
crilouros guaranisseis e judárabes

orientupis orientupis
ameriquítalos luso nipo caboclos
orientupis orientupis
iberibárbaros indo ciganagôs

somos o que somos
inclassificáveis

não tem um, tem dois,
não tem dois, tem três,
não tem lei, tem leis,
não tem vez, tem vezes,
não tem deus, tem deuses,

não há sol a sós

aqui somos mestiços mulatos
cafuzos pardos tapuias tupinamboclos
americarataís yorubárbaros.

somos o que somos
inclassificáveis

que preto, que branco, que índio o quê?
que branco, que índio, que preto o quê?
que índio, que preto, que branco o quê?

não tem um, tem dois,
não tem dois, tem três,
não tem lei, tem leis,
não tem vez, tem vezes,
não tem deus, tem deuses,
não tem cor, tem cores,

não há sol a sós

egipciganos tupinamboclos
yorubárbaros carataís
caribocarijós orientapuias
mamemulatos tropicaburés
chibarrosados mesticigenados
oxigenados debaixo do sol


Racismo É Burrice
Gabriel O Pensador
  
Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano
"O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar"
Racismo, preconceito e discriminação em geral;
É uma burrice coletiva sem explicação
Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união
Mas demonstra claramente
Infelizmente
Preconceitos mil
De naturezas diferentes
Mostrando que essa gente
Essa gente do Brasil é muito burra
E não enxerga um palmo à sua frente
Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente
Eliminando da mente todo o preconceito
E não agindo com a burrice estampada no peito
A "elite" que devia dar um bom exemplo
É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento
Num complexo de superioridade infantil
Ou justificando um sistema de relação servil
E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação
Não tem a união e não vê a solução da questão
Que por incrível que pareça está em nossas mãos
Só precisamos de uma reformulação geral
Uma espécie de lavagem cerebral

Racismo é burrice

Não seja um imbecil
Não seja um ignorante
Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante
O quê que importa se ele é nordestino e você não?
O quê que importa se ele é preto e você é branco
Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços
Se você discorda, então olhe para trás
Olhe a nossa história
Os nossos ancestrais
O Brasil colonial não era igual a Portugal
A raiz do meu país era multirracial
Tinha índio, branco, amarelo, preto
Nascemos da mistura, então por que o preconceito?
Barrigas cresceram
O tempo passou
Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor
Uns com a pele clara, outros mais escura
Mas todos viemos da mesma mistura
Então presta atenção nessa sua babaquice
Pois como eu já disse racismo é burrice
Dê a ignorância um ponto final:
Faça uma lavagem cerebral

Racismo é burrice

Negro e nordestino constróem seu chão
Trabalhador da construção civil conhecido como peão
No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia
É revistado e humilhado por um guarda nojento
Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós
Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói
O preconceito é uma coisa sem sentido
Tire a burrice do peito e me dê ouvidos
Me responda se você discriminaria
O Juiz Lalau ou o PC Farias
Não, você não faria isso não
Você aprendeu que preto é ladrão
Muitos negros roubam, mas muitos são roubados
E cuidado com esse branco aí parado do seu lado
Porque se ele passa fome
Sabe como é:
Ele rouba e mata um homem
Seja você ou seja o Pelé
Você e o Pelé morreriam igual
Então que morra o preconceito e viva a união racial
Quero ver essa música você aprender e fazer
A lavagem cerebral

Racismo é burrice

O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista
É o que pensa que o racismo não existe
O pior cego é o que não quer ver
E o racismo está dentro de você
Porque o racista na verdade é um tremendo babaca
Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca
E desde sempre não pára pra pensar
Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar
E de pai pra filho o racismo passa
Em forma de piadas que teriam bem mais graça
Se não fossem o retrato da nossa ignorância
Transmitindo a discriminação desde a infância
E o que as crianças aprendem brincando
É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica
Ninguém explica
Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural
Todo mundo que é racista não sabe a razão
Então eu digo meu irmão
Seja do povão ou da "elite"
Não participe
Pois como eu já disse racismo é burrice
Como eu já disse racismo é burrice

Racismo é burrice

E se você é mais um burro, não me leve a mal
É hora de fazer uma lavagem cerebral
Mas isso é compromisso seu
Eu nem vou me meter
Quem vai lavar a sua mente não sou eu
É você.


Brasis
Seu Jorge

Tem um Brasil que é próspero
Outro não muda
Um Brasil que investe
Outro que suga...
Um de sunga
Outro de gravata
Tem um que faz amor
E tem o outro que mata
Brasil do ouro
Brasil da prata
Brasil do balacochê
Da mulata...
Tem um Brasil que é lindo
Outro que fede
O Brasil que dá
É igualzinho ao que pede...
Pede paz, saúde
Trabalho e dinheiro
Pede pelas crianças
Do país inteiro
Lararará!...
Tem um Brasil que soca
Outro que apanha
Um Brasil que saca
Outro que chuta
Perde, ganha
Sobe, desce
Vai à luta bate bola
Porém não vai à escola...
Brasil de cobre
Brasil de lata
É negro, é branco, é nissei
É verde, é índio peladão
É mameluco, é cafuso
É confusão
É negro, é branco, é nissei
É verde, é índio peladão
É mameluco, é cafuso
É confusão...
Oh pindorama eu quero
Seu porto seguro
Suas palmeiras
Suas feiras, seu café
Suas riquezas
Praias, cachoeiras
Quero ver o seu povo
De cabeça em pé...(2x)
(Repetir a letra)
Quero ver o seu povo
De cabeça em pé...(final 2x)

Sob o Mesmo Céu

Lenine

Sob o mesmo céu
Cada cidade é uma aldeia
Uma pessoa!
Um sonho, uma nação
Sob o mesmo céu
Meu coração
Não tem fronteiras
Nem relógio, nem bandeira
Só o ritmo
De uma canção maior...

A gente vem
Do tambor do Índio
A gente vem de Portugal
Vem do batuque negro
A gente vem
Do interior e da capital
A gente vem
Do fundo da floresta
Da selva urbana
Dos arranha-céus
A gente vem do pampa
Vem do cerrado
Vem da megalópole
Vem do Pantanal
A gente vem de trem
Vem de galope
De navio, de avião
Motocicleta
A gente vem a nado
A gente vem do samba
Do forró
A gente veio do futuro
Conhecer nosso passado...

Brasil!
Com quantos Brasis
Se faz um Brasil?
Com quantos Brasis
Se faz um país?
Chamado Brasil!

A gente vem
Do rap, da favela
A gente vem
Do centro do subúrbio
Da periferia, eh!
A gente vem
Da maré, das palafitas
Vem dos Orixás da Bahia
A gente traz um desejo
De alegria e de paz
E digo mais:
A gente tem a honra
De estar ao seu lado
A gente veio do futuro
Conhecer nosso passado...

Brasil!
Com quantos Brasis
Se faz um Brasil?
Com quantos Brasis
Se faz um país?
Chamado Brasil!...(2x)

Sob o mesmo céu
Cada cidade é uma aldeia
Uma pessoa!
Um sonho, uma nação
Sob o mesmo céu
Meu coração
Não tem fronteiras
Nem relógios, nem bandeiras
Só ritmo de uma canção
Maior!

A gente vem
Do tambor do Índio
A gente vem de Portugal
Vem do batuque negro
A gente vem
Do interior e da capital
A gente vem
Do fundo da floresta
Da selva urbana
Dos arranha-céus
A gente vem do pampa
Vem do cerrado
Vem da megalópole
Vem do Pantanal
A gente vem de trem
Vem de galope
De navio, de avião
Motocicleta
A gente vem a nado
A gente vem do samba
Do forró
A gente veio do futuro
Conhecer nosso passado...

Brasil!
Com quantos Brasis
Se faz um Brasil?
Com quantos Brasis
Se faz um país?
Chamado Brasil!
A gente veio do futuro
Conhecer nosso passado!
Brasil!
Com quantos Brasis
Se faz um Brasil?
Com quantos Brasis
Se faz um país?
Chamado Brasil!

A gente veio do futuro
Conhecer nosso passado!
Brasil!
Com quantos Brasis
Se faz um Brasil?
Com quantos Brasis
Se faz um país?
Chamado Brasil!...(2x)

A gente veio do futuro!


Claro que temos muito o que registrar numa linha do tempo: somos, temos, construímos e fazemos história!




 
































sábado, 8 de dezembro de 2012

Sobre o povo brasileiro...sobre nós!

A proposta que recebemos foi montar um pôster com imagens de pessoas, recebemos vários exemplares de revistas e montamos esses dois lindos pôsteres...





Depois de prontos, conversamos sobre as diferentes imagens selecionadas, apontando semelhanças e diferenças.


Dona R. e a Srta. G.D. se posicionaram de frente para o grupo e pediram que apontássemos semelhanças e diferenças entre elas. Levantamos várias, algumas muito óbvias, mas mesmo assim muito interessantes.

Semelhanças:

. Altura
. As duas têm nariz.
. As duas têm dois olhos.
. As duas têm duas pernas.
. As duas têm cabelos.
. As duas trabalham no mesmo local.

Diferenças:

. O cabelo de G.D. é loiro.
. O cabelo de Dona R. é preto.
. A Dona R. é mais velha que a Srta. G.D.
. A pele da Srta. G.D. é mais clara que a da Dona R.

Dona R. pediu que nos olhássemos e procurássemos por semelhanças e diferenças.

Conversamos então sobre as diferenças, uma delas: cada um tem uma origem e isso faz com que pareçamos diferentes também, tanto na aparência como no modo de ser.

Mas com exceção a três colegas, todos somos brasileiros. 

Essa foi uma grande descoberta:

Somos diferentes, somos brasileiros, tivemos diferentes origens.

Outra grande descoberta: 

Fazemos parte do povo brasileiro.
Somos o povo brasileiro e temos cada um, origens diferentes.

Conclusões com a colaboração de todos:

1. Eu sou povo brasileiro.
2. Eu sou diferente dos meus colegas.
3. Tenho origem diferente dos meus colegas.
4. Cada um tem características de acordo com a sua origem.
5. Várias "coisas" contribuíram para que hoje sejamos assim.
6. A formação do povo brasileiro recebeu muitas contribuições.
7. O povo brasileiro recebeu influência de muitas pessoas de muitas origens.
8. Confeccionamos um cartaz com o que nós percebemos que JÁ SABEMOS e um outro com O QUE NÓS QUEREMOS SABER sobre o assunto. Percebemos que sabemos muitas coisas e que queremos saber muitas coisas, todos nós, mas escolhemos três para o nosso cartaz.






sábado, 1 de dezembro de 2012

Quando????????????????????????????




 




























































































































































BREVEMENTE POSTAREMOS AS IMAGENS DAS LINDAS LINHAS DO TEMPO PESSOAL QUE FIZEMOS.

Os endereços de sites que seguem nos ajudaram a pesquisar as informações para a finalização da nossa linha do tempo porque tinha que ser completa (de acordo com a proposta...).


Acontecimentos históricos:



 Significado do nome:




 Comemorações por data:



 Personagens históricas:

 http://www.efem.com.br/








A visita ao Museu Paulista e depoimentos...

O dia chegou e fomos para o Museu Paulista, lá pudemos ver o acervo que cobre várias fases da história do Brasil. Esse museu fica no Parque da Independência, no bairro do Ipiranga, ele ainda é conhecido com o nome de Museu do Ipiranga. Mais detalhes sobre ele poderão ser vistos no vídeo indicado abaixo, mas com toda a certeza não substitui a experiência de andar pelos seus corredores.

Quem nunca o visitou está perdendo uma grande oportunidade.

Depoimentos após a visita:

"A primeira coisa que vimos foi a estátua de um bandeirante. Subimos a escadaria que tinha dentro de bolas, águas de rios brasileiros e logo vimos a estátua de D. Pedro I.

Visitamos também a Sala do Café que tinha fotos de escravos e objetos que usavam para torturá-los. Depois disso vimos o quadro gigante que só tínhamos visto só em fotos, o Independência ou Morte.

Vimos também a maquete da velha cidade de São Paulo e a do museu." (S.G.)


" Dia 5 de setembro, os alunos do 5º ano foram ao Museu Paulista ou Museu do Ipiranga. Eu aprendi muitas coisas e me diverti muito.

Eu vi um monte de coisas, por exemplo, as armas e roupas dos homens. Eu ouvi um monte de histórias e aprendi muito.

Eu aprendi que o Museu ia ser maior, mas não tiveram dinheiro para terminá-lo.

Agora eu entendo porque a Independência é importante e não uma coisa que a gente não precisa aprender." (A.P.)

"Eu vi muitas coisas interessantes, águas de rios brasileiros diferentes, quadros de pessoas que viveram na época da Independência, a sala do quadro Independência ou Morte que também tinha cabelos de princesas, vi também uma maquete da cidade de São Paulo.

O que eu mais gostei de ver foi o quadro Independência ou Morte e os cabelos das princesas, eu achei muito interessante." (M.E.)

"No passeio ao Museu Paulista nós aprendemos várias coisas sobre a História do Brasil, por exemplo, os bandeirantes ameaçavam os índios para saber onde estava o ouro, que neste caso estava em Minas Gerais.

Nós também aprendemos o que eles faziam com os escravos. Os donos dos escravos os torturavam com aparelhos que faziam eles ficarem em horríveis posições ou lhe davam muita dor.

Outra coisa que achei interessante foi ver as águas de diversos rios do Brasil. Mas a melhor foi o quadro Independência ou Morte." (P.E.)

"Quando chegamos ao Museu, entramos e fomos ver a estátua de D. João VI. O Museu é grande e tem muitas escadas. Vimos as águas dos rios brasileiros e os cabelos de várias princesas. Depois vimos o quadro Independência ou Morte.

Eu aprendi sobre tudo que faziam naquela época, foi muito interessante para eu ver tudo aquilo." (P.F.)

"No dia 5 de setembro fui visitar o Museu Paulista. Nós vimos o quadro de D.Pedro I e vimos a maquete de São Paulo. Nós vimos também carros antigos, pinturas e estátuas.

No segundo andar vimos notas de dinheiro e fios de cabelos.

Nesse passeio eu aprendi como São Paulo é grande comparado com antigamente." (L.E.)


“O Museu Paulista é um monumento que temos em nosso país, ele conta sobre a história do Brasil.

Um desses exemplos é o quadro Independência ou Morte, que mostra o momento do Grito do Ipiranga por Dom Pedro, mesmo não tendo acontecido daquele jeito ainda é um momento muito importante para o povo brasileiro, dia 07 de setembro de 1822, a data que o Brasil parou de ser colônia de Portugal.

Vimos também as armas que usavam naquele tempo, a escadaria que tem as águas dos rios brasileiros.

A visita a este museu me deixou muito orgulhoso do meu país, Brasil!” (C.P.)

“Quando entramos no museu nós vimos grandes estátuas e uma escadaria grande com as águas de rios brasileiros.

Na parte de cima na frente da escadaria tinha uma sala com o grande de Dom Pedro gritado “Independência ou morte”, que é o nome do quadro. Na sala do quadro tinha cabelos de princesas e um capacete de Dom Pedro.

A última sala que entramos explicava sobre a mineração e sobre os escravos.” (G.C.)

“Eu adorei o passeio ao Museu do Ipiranga porque eu aprendi muitas coisas que eu não sabia sobre o dia da Independência do Brasil.

Eu também aprendi sobre todas as águas dos rios brasileiros e sobre os diferentes tipos de armas que usavam naquela época.” (E.C.)

“Quarta-feira, dia 5 de setembro o 5º ano foi ao Museu Paulista.

Quando chegamos lá, tomamos um lanche e depois fomos para dentro do museu. Meu grupo viu as águas de vários rios brasileiros, o quadro Independência ou Morte de Pedro Américo.

Visitamos várias salas que tinham quadros e objetos antigos, visitamos uma sala que tinha a maquete da cidade de São Paulo.

Eu adorei ir ao Museu Paulista porque eu aprendi várias coisas sobre ele e sobre a Independência do Brasil.” (I.C.1)

“No passeio ao Museu Paulista, eu consegui ver as águas de rios diferentes que fizeram parte da história do Brasil.

Vi também cabelos de rainhas e princesas que fizeram parte da história do Brasil.

Vimos também o quadro Independência ou Morte, onde Dom Pedro está gritando “Independência ou Morte.” (Z.H.)

“No dia que eu fui para o museu eu vi quadros de diferentes tamanhos, vi também objetos da história do Brasil e armas do tempo da Independência. Eu fiquei muito triste quando voltamos para a escola porque tinha acabado o passeio.” (F.C.)

“Na nossa visita ao Museu Paulista nós vimos e conhecemos coisas muito interessantes! Como uma maquete de São Paulo, os cabelos e mechas de princesas de antigamente, roupas e estátuas.

Nós tembém aprendemos sobre a época da escravidão e como as pessoas tratavam os escravos como animais.

A gente tinha um monitor para nos informar sobre as coisas que estávamos vendo e nós aprendemos muito com a visita.” (V.J.)